Nada foi cobrado. Você recusou, e não foi lançado nada.
Só uma coisa

Você já sabe qual é a sua.

Um sulco recém-aberto na terra escura, vazio, sob uma luz dourada rasante.

Você pensou nela duas vezes naquela página. Quando leu a lista, e quando eu perguntei.

E ela não foi embora quando você fechou.


Eu não vou te perguntar por que você disse não. Mas se foi o valor — e quase sempre é — então eu quero tirar o valor do caminho.

Porque quarenta reais não podem ser o que decide se você vai plantar ou não.


Eu vou tirar quarenta reais.

O material é o mesmo, inteiro: os quatro tempos, as seis partes. Eu não tirei nada de dentro.

Eu prefiro você plantando a esses quarenta reais no meu bolso.

R$ 87
em vez dos R$ 127 que eu te falei aqui atrás
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É tudo o que eu te mostrei.

Plantar
Regar
Germinar
Colher
As primeiras gotas de chuva caindo sobre a terra escura ao anoitecer, brilhando na luz dourada.
Plantar é o primeiro tempo. Regar é o que quase ninguém faz.

E continua sendo você que planta, no seu tempo, dentro do seu Ritual.


Trinta dias — os mesmos do seu Ritual

Plantou, regou, e ao fim de trinta dias não sentiu nada acontecer? Me escreve, e eu devolvo. Sem você justificar nada.

Quem arrisca aqui sou eu. Você não arrisca nada.


Qual é a sua?

Você já sabe. E ela continua sendo a mesma desde a primeira vez que leu essa pergunta.

Se era só o valor, o valor eu já tirei.

— Sensitiva